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Inverno

O saborear dos dias... com maior deleite e meticuloso vagar.

Inverno

De Incêndios e de Inundações

11.11.18 | Maria Rocha Soares

 

 

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Como se há-de ser eficaz a combater o flagelo dos incêndios, se não se tem sucesso a limpar uma simples sarjeta (ou mais). Hoje Lisboa era um Deus nos acuda. 

Na zona de Alcântara, na Avenida de Ceuta para ser mais precisa, temi pela minha integridade física e a do carro onde seguia. De tal forma, que nem sequer consegui captar a situação desastrosa em fotografia... visto que a água (enlameada e nojenta) cheia de folhas a flutuar, dava quase pelo meio do carro e abrir a janela (mesmo em movimento lentíssimo) era habiltarmo-nos a entrar-nos tudo para dentro.

A "chuveirada" dos pneus próximos; da frente e do lado, tão intensa, que a visibilidade para a estrada era nula. As tampas dos esgotos... ameaçavam levantar-se e já debitavam água (a jorrar) como de fontes. A sério! Uma vergonha! É para isto que pagamos impostos. É para isto que ouvimos, constantemente na televisão, discursos do Governo a desvalorizar a total incompetência. Quer, para lidar com os perigos do Verão, ou... o caos em que ficam as ruas e o trânsito mal chove, umas horas!

Caem árvores, porque ninguém lhes verifica o estado quando o deve fazer. Moradores e comerciantes, vêem as suas moradias e lojas, serem invadidas pela enxurrada. Tudo estragado e nós lá vamos... cantando e rindo. De subsídio, em subsídio, para esta ou aquela calamidade (cujo prejuízo) devia estar previsto!

Ser contida a tempo! Porque meus amigos, cá funciona sempre mal! Sempre tardiamente, mas por quê?!. Não devíamos começar a estar fartos e a ser mais exigentes com quem manda, ou orienta, este tipo de operações!

 

 

 

 

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