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Inverno

O saborear dos dias... com maior deleite e meticuloso vagar.

Inverno

Por terras de Portugal

05.11.18 | Maria Rocha Soares

 

 

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FÁTIMA E OURÉM

 

Contam as lendas do lugar que naquelas terras, vivia uma linda princesa moura de nome Fátima, raptada pelo homem que amava, um cavaleiro cristão chamado Gonçalo Hermingues o que a terá levado a converter-se ao cristianismo. Por essa conversão, Fátima passou a chamar-se Oureana. A primeira terra que a acolheu no início ainda mantém o seu nome original: Fátima. A vila de Oureana que lhes foi oferecida para viver depois, por D. Afonso Henriques chama-se hoje... Ourém! 

fonte: http://www.lendarium.org/narrative/lenda-da-princesa-fatima/?tag=628

 

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VIANA DO CASTELO

 

Existia na localidade um grande castelo e conta a lenda que nele vivia uma princesa muito bonita, que de quando em vez assomava à janela, mas se pressentia alguém a observá-la, escondia-se.

Era para muitos um privilégio enorme, ver a jovem, tal era a sua beleza e quando tal acontecia, quem a via, corria a contar o sucedido: "Eu via Ana do Castelo!" Repetindo a bom repetir para todos ao redor: "Eu vi Ana no Castelo!" E assim nasceu o nome da belíssima Viana.

Fonte: www.lendarium.org ›

 

 

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ALENQUER

 

Alão quer - conquista de Alenquer aos mouros
    
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Conta a tradição que na manhã do dia em que teve logar o combate final, indo o rei christão com seu sequito banhar-se no rio e fazer suas correrias, notaram que um cão grande e pardo que vigiava as muralhas e que se chamava «Alão», calou-se e lhes fez muitas festas. El rei tomando isso por bom presagio mandou começar o ataque dizendo «Alão quer», palavras que serviram de futuro appellido á villa. A batalha foi sanguinolenta e renhida e os cavalleiros christãos fizeram prodigios de valor. Especialmente no postigo proximo aonde estava a egreja de S. Thiago a lucta foi renhidissima, mas os portuguezes inspirados pela fé que S. Thiago em pessoa pelejava na sua frente, venceram todos os obstaculos e tomaram a praça.
    
    Há uma segunda tradição que diz que o cão «Alão» era encarregado de levar as chaves na boca todas as noites pela muralha fora até à casa do governador e os christãos aproveitando os instinctos do animal prenderam uma cadella debaixo de uma oliveira à vista do cão que subjugado por sentimentos amorosos galgou os muros, entregando assim as chaves aos portuguezes. Se estas tradições tem fundamento não sabemos, mas são muito antigas e é certo que as armas da villa são um cão pardo preso a uma oliveira o que parece confirmar a tradição."
 
Fonte: Alenquer
 
 
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MAFRA

 

Certo dia o diabo passou por Mafra, mas sentindo o seu clima pouco agradável não se demorou e seguiu até à Paz. Encontrando aí uma temperatura mais amena, voltou-se para trás e exclamou:
- Tu és Má e Fria! Má e Fria!
Desde esse dia começaram a chamar-lhe Mafria e com o andar dos tempos passou a ser Mafra.

Fonte: Lendário Mafrense" in Boletim Cultural '93

 

 

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